segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Uma vida baseada em princípios

Esta publicação faz parte de um estudo  onde o objetivo é fornecer ferramentas para aquelas pessoas que querem formar seu caráter, firmar seus valores e fortalecer suas virtudes.

Artigo  11

AS CINCO CAPACIDADES DA MENTE.

A mente humana possui cinco capacidades totalmente interligadas. É impossível, na prática, você isolar estas capacidades. Elas trabalham juntas e são radicalmente unidas. A esta união chamarei de “EU”. O “EU” nada mais é que estas cinco capacidades em funcionamento, mais as emoções. Tudo isto girando em torno de um eixo, de uma base. Esta base estudaremos posteriormente.
Consciência: Existe na nossa mente um banco de dados que sabe com certeza e clareza o que é certo e errado, o que é viável ou inviável. É na consciência que estão os princípios morais, éticos, de segurança, de necessidades e limitações.  Todo ser humano possui este banco de dados perfeito desde sua concepção.
Imaginação: A nossa mente tem a capacidade de criar um mundo imaginário. É aqui que está todo o poder criativo da raça humana. Tudo que foi e está sendo feito pelo homem, primeiro foi gerado na imaginação. Podemos afirmar com segurança que todos nos vivemos em dois mundos, um físico, palpável, compartilhado e temporal, e outro imaginário, subjetivo, atemporal, não palpável.
Autoconsciência: É a capacidade de analisar a imaginação de acordo com a consciência, e determinar se a mesma é certa, viável, coerente, praticável etc. É a autoconsciência que vai apontar as falhas existentes na imaginação.
Vontade: A vontade é a capacidade que tem mais evidência no nosso pensamento, pois é ela que é responsável por pegar as necessidades e carências do corpo como um todo e levar para a imaginação, ou pegar a imaginação, que foi analisada pela autoconsciência, e ver se a mesma é aplicável no mundo físico. É a vontade que determina o que eu quero.
Decisão: É a capacidade de escolha. É a decisão que assume o risco para trazer para o mundo físico aquilo que foi gerado no mundo imaginário. É a decisão que pondera as imaginações analisadas pela autoconsciência, levando em consideração à vontade, e determina a viabilidade da mesma.
Estas cinco capacidades estão em nossa mente, mas a nossa mente é muito mais, pois tem a nossa história, conhecimento, cultura etc. Compete a estas cinco capacidades processar todas as nossas ações.
A automação e as cinco capacidades.
Vivemos em dois mundos, o físico e o imaginário (a esquizofrenia é quando eu começo a misturar os dois). As decisões ocorrem tanto em um como no outro. Podemos construir duas histórias de nossas vidas; a física e a imaginária. Quando eu construo e transformo um padrão de comportamento em uma ação, ocorre à automatização desta ação. Ela passa a ser efetuada repetida vezes do mesmo jeito. Com esta ação, eu alivio a minha mente para que a mesma possa dedicar a novas ações. Dois exemplos, um, o ato de andar, caminhar (ato físico). Se, tenho de andar, já está predefinido como deve ser meu caminhar, e assim faço. O outro, a amizade (ato imaginário). Quando encontro com um amigo já tenho toda ação definida para amizade. Quando eu automatizo estas ações, elas podem inibir qualquer uma destas cinco capacidades. Quando estas ações automatizadas são benéficas, tudo bem, mas o grande perigo é quando elas são erradas e destrutivas. Aqui aparece a expressão “uma consciência cauterizada”.
Usando estas cinco capacidades podemos construir Virtudes que nos sustentarão por toda a vida.

Uma vida baseada em princípios

Esta publicação faz parte de um estudo  onde o objetivo é fornecer ferramentas para aquelas pessoas que querem formar seu caráter, firmar seus valores e fortalecer suas virtudes.

Artigo  05

AUTORIDADE E SUBMISSÃO.

O que é autoridade? O que é submissão? O que é obedecer?
Como seres limitados que somos, assumimos responsabilidades para viver, precisamos nos relacionar com outros seres.  Desta inter-relação, uns dependem dos outros, desta interdependência surge o conceito de autoridade e submissão. Quanto mais sou dependente de uma pessoa ou situação, mais submisso sou a ela, mais eu obedeço esta pessoa ou coisa, pois, obedecer é submeter à vontade de alguém ou algo, é fazer a vontade de alguém ou algo.
Existe uma relação muito forte entre as minhas necessidades e a obediência.
Ninguém é obrigado a obedecer, mas, para usufruir dos benefícios que necessitamos, obedecemos. A obediência esta fortemente ligada à autoridade, e esta, fortemente ligado a necessidade.
A responsabilidade é a base que sustenta a autoridade. Pois, ao assumir a responsabilidade de suprir determinada necessidade cria-se a base para a autoridade, que quando exercida produz o benefício no submisso e obediente.
Resumindo: no ciclo de nossa existência, ou assumimos responsabilidades e através da autoridade gerada, beneficiamos alguém, ou através de nossa obediência somos beneficiados por uma autoridade. Estas duas coisas acontecem o tempo todo em uma cadeia interminável durante toda a nossa existência, e geralmente o resultado é sinérgico, potencializado.
O pai é o responsável pela criança, conseqüentemente a criança é obediente ao pai e usufrui dos benefícios desta submissão.
Exercer autoridade sem oferecer ao submisso um benefício que supre alguma de suas necessidades é tirania e faz parte da degradação moral da sociedade.
Quando se fala em autoridade, submissão, obediência, é necessário discutir os conceitos de necessidades (que foi abordado anteriormente), valores, responsabilidade, virtudes, trabalho.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Uma vida baseada em princípios.

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Artigo  04

OBEDECER

Todo o universo é obediente em relação às leis que o regem, inclusive os seres vivos. Geração após geração a obediência às leis tem preservado milhares de espécie de sua extinção mesmo em situações extremas. Sempre existiram seres que desafiaram as leis e por isto pereceram. É um pingüim que sai da formação. Um pássaro que desvia da rota, um coelho distraído, e assim temos milhares de vidas que se perdem por pequenos descuidos em obedecer às mínimas leis que existem. Com o ser humano não é diferente. Milhares de indivíduos têm perecido por desobedecer a pequenas e simples leis existentes.
Aqui surge um paradoxo: quero ser livre, quero viver em liberdade, mas verdadeiramente serei livre se simplesmente eu obedecer. É na obediência que está à total liberdade de ação.
Quando planejo viver na obediência eu me sinto livre para agir. Mas, o que é obedecer?
Obedecer nada mais é que submeter a alguma lei, é estar dependente de uma lei que visa nos proteger. A obediência esta intimamente ligada as nossas necessidades de proteção.
No ciclo da vida, a nossa existência só é possível quando as nossas necessidades são supridas, e este suprimento passa pela obediência as leis.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Uma vida baseado em princípios.

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Artigo  03

NECESSIDADES

Partindo do principio que somos seres com liberdade limitada, e que estes limites estão firmados em infinitas leis, e que estas leis estão sustentando a nossa própria vida, temos que entender o princípio das nossas necessidades.
Somos seres com liberdade limitada e dependentes.
O ápice da nossa existência é a interdependência e nunca a independência.
Como seres criados, nascemos em uma condição de total dependência do meio, dependemos de outros seres semelhantes a nós (pai, mãe etc.) e do meio que nos cerca. (ar, comida, tempo etc.).
Somos seres temporais, ou seja, vivemos dentro de um tempo e espaço, que flui em um único sentido, passado, presente e futuro, e não podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo.
É dentro deste espaço/tempo que construímos a nossa existência.
Esta construção é feita através de uma inter-relação com o meio e as pessoas.
Chamarei esta construção de uma espiral, ou seja, algo semelhante a uma mola que vai crescendo sempre, com o passar dos dias.
Tendo esta imagem em mente, verificamos que ocorre um ciclo interminável onde a minha necessidade só será suprida através da minha inter-relação com o meio e as pessoas, e que a mesma passa pela obediência as leis.
À medida que vou adquirindo capacidades, vou assumindo responsabilidades que me levam a produzir algo que conseqüentemente me gera benefícios adquirindo novas capacidades.
Vamos a um exemplo prático: todos nós desenvolvemos diversas atividades no decorrer do dia.
Mas nem sempre foi assim, quando éramos crianças até o andar, defecar, falar era para nos uma tarefa impossível, que levou tempo para assimilarmos. Hoje somos totalmente responsáveis por estas atividades, e quando não a fazemos somos classificados como deficientes.
Algumas necessidades são indispensáveis para nossa existência, como o respirar, o alimentar. Neste caso, ou assumimos as responsabilidades por elas, ou perecemos.
Outras, porém são facultativas, são necessidades que temos, mas podemos viver sem elas. Um bom exemplo é o sexo, sentimos fortes necessidades de praticar o sexo, mas o mesmo não é vital para a nossa sobrevivência.  Mas ela existe por ser uma necessidade de preservação da espécie.
Se existem necessidades, estas precisam ser supridas de algum modo. Quanto mais vital é uma necessidade maior valor ela tem para mim. Exemplo: a necessidade de respirar me leva a valorizar o ar, então, o ar torna-se um valor indispensável. Quando a necessidade é facultativa gera valores facultativos. É de acordo com o valor e a necessidade que determinamos o conceito de autoridade, submissão e conseqüentemente a obediência.


sábado, 15 de agosto de 2015

Uma vida baseado em principios

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Artigo  02

LEI

Tendo abordado um pouco a respeito da liberdade relativa em que vivemos, quero agora verificar os limites que existem em relação a nossa liberdade.
Estes limites são delimitados por normas, regras, mandamentos e leis.
Apesar de existir diferenças entre estes nomes, passaremos a chamá-los todos de lei, para melhor entendimento.
A lei existe para nos alertar do perigo que sofremos quando atravessamos os limites de nossa liberdade.
Aqui cabem três perguntas: A lei sempre é boa? A lei sempre está certa? Esta lei é necessária?
Para responder estas perguntas temos de verificar como surgiu a lei. Todo o universo está em equilíbrio. O que mantém este equilíbrio são as leis que existem, e muitas delas ainda são mistérios para a humanidade.
Estas leis existem desde que o mundo é mundo. São vários tipos de leis: físicas, químicas, elétricas, sociais, biológicas, conhecidas ou não, etc.
Então podemos afirmar que estas leis são boas, certas e necessárias. E impossível manter o equilíbrio de todo o universo sem elas.
Vamos falar agora de outro grupo de leis.
Todos os animais vivos que conhecemos obedecem a infinitas leis que os protegem e perpetuam a sua espécie. Assim são as formigas, baleias, pássaros, etc. Geração após geração eles continuam a obedecer às mesmas leis, não criando nem modificando as existentes.
O único animal que possui capacidade de modificar leis é o ser humano, por isto, o mesmo é chamado de ser moral, ou seja, o homem possui a capacidade de criar novas leis ou modificar as antigas. Mas, mesmo esta liberdade de criar ou modificar leis é limitado pelas leis imutáveis que são inerentes ao ser humano e ao universo. Um exemplo: é impossível revogar a lei da troca gasosa que ocorre no nosso pulmão, iremos para o espaço, só se obedecermos esta lei, pois revogá-la é impossível. Somos seres dependentes do oxigênio para viver.
Para este grupo de leis criadas pelo homem podemos afirmar que nem sempre ela é boa, certa ou necessária.
Compete então à sociedade, que nada mais é que um grupo de pessoas, determinar se a lei é valida ou não.
Sabendo agora que a nossa liberdade é limitada e que estamos protegidos por leis, sabendo que as leis podem ser divididas em leis irrevogáveis ou rogáveis eu posso traçar um caminho por onde eu devo andar sem sofrer dano.
Veja bem, é importante relembrarmos que o simples ato de desconhecer ou desobedecer a uma lei, não a revoga ou a torna inexistente. O simples fato de atravessar uma avenida e não ser atropelado, não elimina a lei do trânsito. Ela continua valendo. Apenas pela lei da probabilidade não tinha uma carreta para me atropelar. Então, para anular uma lei, ou criar uma lei, é necessário todo um contexto que envolve a sociedade como um todo.
Mas, sabendo que a nossa liberdade é limitada e que estamos protegidos por leis, sabendo que as leis podem ser divididas em leis irrevogáveis ou rogáveis, podemos afirmar sem medo de errar que eu posso traçar um caminho por onde andar sem sofrer dano. Como? Obedecendo as leis.
Quando eu obedeço às leis, eu possuo a segurança de andar dentro de meus limites, sou livre para fazer o melhor para mim e meu próximo.
Como foi falado anteriormente, ou se obedece ou se revoga a lei.
As leis revogáveis são moldadas através de uma inter-relação e interdependência de um determinado grupo.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

uma vida baseado em principios

Esta publicação faz parte de um estudo  onde o objetivo é fornecer ferramentas para aquelas pessoas que querem formar seu caráter, firmar seus valores e fortalecer suas virtudes.

Artigo  01

LIBERDADE

Era uma vez um peixe que queria ser livre.
E assim ele viveu por muito tempo. Viajava quando queria, ficava nos locais por muitos dias, ia ás profundezas, ou ás águas rasas. E por muito tempo viveu sua liberdade até que um dia em companhia de umas focas saiu da água.
- Que é isto? Volta para a água! Falou uma foca.
- Por quê? Quero tomar um sol com vocês aqui.
- Isto é loucura! Você vai morrer.
- Morrer nada, eu sou livre, posso fazer o que eu quero.
- Você é louco!Vai morrer.
E teria morrido se as focas não tivessem jogado ele na água.
A partir daquele dia, não pensou em outra coisa a não ser sair da água.
Um dia, em uma praia isolada, ele analisou bem o local e, pegando uma onda bem grande, foi cair bem longe no meio do mato entre umas pedras. “Sou livre!”, foram suas últimas palavras.
Voando por ali estava um urubu, que lá de cima contemplava tudo.
- Que loucura deste peixe. Morrer assim de bobeira.
Mas, o urubu não estava a fim de comida, ele queria voar nas alturas e subia mais e mais.
- É melhor você voltar. Disse a águia, daqui pra cima nem eu consigo ir.
- Eu sou livre e quero voar até as estrelas. E lá se foi o urubu subindo, subindo.
De repente uma vertigem, um desmaio e lá vai o urubu descendo como uma bala em direção a terra. Acordou a tempo de ver a pedra se aproximando, mas sem tempo para a manobra.
O leão que ali estava, olhou para aquela queda radical e para o que sobrou do urubu, mas seus pensamentos estavam na água do mar que se agitava e, mais uma vez, desejou ir às profundezas do mar.
Em um pulo grácil de cima daquele penhasco ele pulou nas águas.
- Que maravilha poder conhecer as profundezas do mar! Foi o último pensamento, antes dele respirar novamente.
Somos seres criados com limitações. Toda a criação está sujeita á suas limitações. Nada, eu repito, nada que existe está livre para fazer tudo e todas as coisas.
Liberdade absoluta não existe. Todos nós, seres criados, somos livres dentro de um limite pré-estabelecido. Se ultrapassarmos estes limites. Sofremos danos. Por isto existem as leis para nos protegerem do perigo que nos cerca.
As leis da física, da química, da moral e outras mais, criam um espaço onde nós podemos ser livres e viver.
Um exemplo: para voar temos de respeitar a lei da gravidade, que nos mantém fixos na terra.
O avião voa porque ele obedece à lei da gravidade e utiliza a lei da sustentação para voar.
Se eu mergulho na apnéia, não sofro dano, pois, meu pulmão retira o oxigênio do ar e não da água, como os peixes.
Que bom seria se fossemos totalmente livres. Mas isto é utopia. É sonho. Somos livres, mas a nossa liberdade é limitada. E as leis existem para nos proteger do perigo que é real. Se ultrapassarmos os limites da nossa liberdade sofremos dano.
Como a estória contada acima, o fato de eu simplesmente ignorar os meus limites não significa que eles desaparecerão, pelo contrário, pelo fato de ignorar meus limites eles se tornarão mais reais ainda.
 Ou seja, se vivo dentro dos limites de minha liberdade, sou plenamente realizado e feliz e posso passar toda a minha vida sem conhecer o perigo. Basta apenas conhecer os meus limites através da lei. Pois a lei existe para me livrar do perigo.
Se, no caminho por onde passo tem uma placa dizendo “cuidado com o buraco”, o aviso é para eu não cair no buraco, para passar longe dele. Se a placa disser “Mirante” então é para subir ali e contemplar toda a beleza. Tenho de interpretar a lei, conhecer a lei, e fazer conforme a lei determina. Quando reconheço os meus limites, me submeto à lei e debaixo da lei, utilizando da própria lei, sou livre. Um bom exemplo disto é voar. Naturalmente o homem não voa, mas, utilizando das leis ele criou os aviões, helicópteros, balões, asa delta e, voa feliz da vida.
Vamos ver agora um exemplo bem prático.
Quero atravessar uma rodovia, e simplesmente eu a atravesso sem olhar para os lados.
- Você é louco de atravessar a rodovia assim! Falam meus colegas.
- Que nada, eu sou livre e atravesso do jeito que eu quero. E tem mais, não fui atropelado.
Veja bem, eu ultrapassei os limites de minha liberdade, colocando a minha vida e a do meu próximo em perigo, quando desrespeitei a lei da preferência pré-estabelecida naquele espaço chamado de rodovia. E na lei de confronto entre eu e uma carreta ocorrerá dano em ambas as partes.
Mas, nada aconteceu. Eu atravessei a rodovia e nada aconteceu.
Este fato é muito importante. Nada aconteceu quando eu ultrapassei os limites da minha liberdade. Isto pode se repetir por várias vezes, até que minha mente se convença que estes limitem não existem.
Aí eu passo a viver uma mentira. Toda vez que vou atravessar uma rua, avenida, rodovia, eu simplesmente me coloco em perigo porque a minha mente já se convenceu que este limite não existe. Mas eles continuam a existir independentes de minha conduta.
Agora se meus colegas, ao me verem atravessar assim e nada acontecer, resolverem fazer o mesmo, os perigos continuam a existir, pois a lei da preferência ainda existe.

Enquanto existir a lei existirá o perigo. Ou obedece a lei ou revoga-se a lei.

Uma vida baseado em princípios.

Esta publicação faz parte de um estudo  onde o objetivo é fornecer ferramentas para aquelas pessoas que querem formar seu caráter, firmar s...